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 GESTAR POTIGUAR


 
SEMEANDO LETRAS


PAUTA DESENVOLDA NA ÚLTIMA OFICINA DO GESTAR II CEARÁ MIRIM



Escrito por Virgínia Fernandes às 11h33
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CONCLUIMOS A TP 6 E O GESTAR II

 

A NOSSA ÚLTIMA OFICINA DO PROGRAMA GESTAR II, ACONTECEU NO DIA 04 DE DEZEMBRO, EM UM

CLIMA DE SAUDADE, CONFRATERNIZAÇÃO E SENTIMENTO DE DEVER CUMPRIDO, FALTAVA CONCLUIR

A TP 6 , POIS JA TÍNHAMOS INICIADO NA OFICINA PASSADA. INICIAMOS COM O RECEBIMENTO DOS PORTFÓLIOS

ONDE A MAIORIA DOS CURSISTAS CUMPRIRAM O PRAZO E ALGUNS, NOS PEDIRAM UMA SEMANA PARA

COLOCAREM EM DIA AS ATIVIDADES, COMO O ENCONTRO EM NATAL É NO DIA 17, ACATAMOS AS SOLICITAÇÕES DOS CURSISTAS.

APÓS COMENTARMOS OS PORTFÓLIOS RECEBIDOS E PARABENIZARMOS OS CURSISTAS QUE REALMENTE

DERAM UM SHOW DURANTE TODO O PROGRAMA DE FORMAÇÃO, APRESENTAMOS A UNIDADE 22 QUE TRATA

DA PRODUÇÃO TEXTUAL: PLANEJAMENTO E ESCRITA. APRESENTAMOS E DISCUTIMOS JUNTO A TURMA OS SLIDES "OFICINAS DE LEITURA",

FOI UMA PARTICIPAÇÃO INTENSA DOS CURSISTAS , QUE FALARAM QUE ESSES SLIDES DERAM UM NORTE PARA

ELABORAÇÃO DE OFICINAS DE LEITURA E SE DISSERAM CONFIANTES QUE EM 2010 O TRABALHO COM A LEITURA

EM NOSSAS ESCOLAS SERÁ BEM MAIS PRODUTIVO E DE CRESCIMENTO, TANTO PARA ALUNOS COMO PARA PROFESSORES.

EM SEGUIDA APRESENTAMOS A UNIDADE 23 O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL:REVISÃO E EDIÇÃO.

FOI UM MOMENTO DIVERTIDO POIS PROPOMOS COMO ATIVIDADE A AMPLIAÇÃO DA FRASE "O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA",

E SAIRAM TEXTOS MARAVILHOSOS, COMPARAMOS COM OS QUE TÍNHAMOS NOS SLIDES, E PODEMOS ANALISAR

COMO A CRIATIVIDADE HUMANA É ESPETACULAR,POIS UMA ÚNICA FRASE GEROU VÁRIOS TEXTOS,CADA UM MAIS CRIATIVO QUE O OUTRO.

A ATIVIDADE QUE REALIZAMOS LOGO EM SEGUIDA TAMBÉM FOI DIVERTIDA POIS REESCREVEMOS OS AVISOS PAROQUIANOS

RETIRANDO A AMBIGUIDADE DOS TEXTOS. MAIS UMA VEZ RIMOS BASTANTE, E O CLIMA DE CONFRATERNIZAÇÃO E SAUDADE

FICAVA CADA VEZ MAIS FORTE, POIS TODOS COMENTAVAM QUE SENTIRÃO MUITAS SAUDADES DAS NOSSAS OFICINAS.

FIZEMOS UM INTERVALO E RETORNAMOS COM A UNIDADE 24 PARA CONCLUIRMOS NOSSAS OFICINAS. A LITERATURA

PARA ADOLESCENTES, FOI CONSIDERADO O MOMENTO PRINCIPAL PARA NOSSO TRABALHO, POIS INCENTIVANDO-OS

PARA A LITERATURA, TODOS OS OUTROS CAMINHOS PARA SE TRABALHAR A LÍNGUA PORTUGUESA FICA MAIS SUAVE.

 FICAMOS ACORDADOS QUE EM 2010 PROCURARIAMOS INCERIAR ESSE INCENTIVO NO NOSSO PLANEJAMENTO , COMO TAMBÉM

PORÍAMOS EM PRÁTICA OS PROJETOS DE LEITURA QUE FORAM ELABORADOS COMO FRUTO DO GESTAR II.

FIZEMOS UMA AVALIAÇÃO FINAL DO QUE TERIA SIDO O GESTAR II PARA CADA UM E PARA AS ESCOLAS E ENCERRAMOS

NOSSO TRABALHOS NOS CONFRATERNIZANDO  COM AS TURMAS DE PORTUGÊS E MATEMÁTICA JUNTAS.

FOI GRATIFICANTE PARA NÓS FORMADORES SENTIRMOS O QUANTO ESSE PROGRAMA REALMENTE FEZ O DIFERENCIAL

PARA CADA PROFESSOR CURSISTA , PARA AS ESCOLAS E PARA OS ALUNOS, PARA NÓS COM CERTEZA FOI UMA

OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO PROFISSIONAL E CONSTRUÇÃO DE NOVAS AMIZADES VEJAM ALGUSN DEPOIMENTOS DOS PROFESSORES:

 

 

 

 

 

 

 

 

DEPOIS DESSE DEPOIMENTOS REALMENTE, NOS SENTIMOS FELIZES E REALIZADOS, POIS VEMOS QUE O

NOSSO TRABALHO NÃO FOI EM VÃO E QUE PLANTAMOS UMA SEMENTINHA DE ESPERANÇA PARA O

ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA EM NOSSAS ESCOLAS

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 11h29
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RELATÓRIO DA OFICINA DO DIA 20/11/09

NO DIA 20 DE NOVEMBRO, APÓS RECEBERMOS E COMENTARMOS OS RELATÓRIOS DAS OFICINAS REALIZADAS PELOS PROFESSORES, TIVEMOS A APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS POR ESCOLA, FOI UM MOMENTO EM QUE ME SENTI MUITO RECOMPENSADA PELO TRABALHO DESENVOLVIDO DURANTE ESSE ANO, A NOSSA PREOCUPAÇÃO SE OS CURSISTAS REALMENTE ELABORARIAM JUNTO COM AS ESCOLAS OS PROJETOS POR NÓS ORIENTADOS,, DEIXOU O LUGAR PARA A SATISFAÇÃO DE VER O CAPRICHO COM OS PROJETOS, O CUIDADO EM INCENTIVAR A LEITURA ESTAR BEM PRESENTE EM TODOS OS PROJETOS. REALMENTE ME SENTI FELIZ COM OS PROJETOS APRESENTADOS, ALGUNS JÁ INICIARAM SUA APLICAÇÃO E SEGUNDO OS DEPOIMENTOS DOS PROFESSORES ESTÃO TENDO UM RETORNO MUITO POSITIVO.

AO TÉRMINO DA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS, TIVEMOS UM MOMENTO PARA TIRARMOS AS DÚVIDAS SOBRE OS PORTFÓLIOS QUE ELES NOS APRESENTARÃO NO PRÓXIMO ENCONTRO QUE SERÁ DIA 04 DE DEZEMBRO, SÓ ENTÃO INICIAMOS NOSSA OFICINA FAZENDO A CONCLUSÃO DA TP 2. APRESENTAMOS A UNIDADE 08 DA TP 2, LINGUAGEM FIGURADA , DISCUTINDO SOBRE AS VÁRIAS SITUAÇÕES EM QUE PODEMOS TESTEMUNHAR LINGUAGENS FIGURADAS, EM SEGUIDA REALIZAMOS A ATIVIDADE 2 DA PÁGINA 112 E O ESTUDO DAS PÁGINAS 114 E 115 COM SUAS RESPECTIVAS ATIVIDADES .

APÓS O INTERVALO INICIAMOS A SEGUNDA PARTE DA NOSSA OFICINA APRESENTANDO  A TP 6, PRECISAMENTE A UNIDADE 21 , ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM, REALIZAMOS A ATIVIDADE ONDE SE ESCOLHERIA UM PROVÉRBIO E A CONSTRUÇÃO DE UM TEXTO ARGUMENTATIVO EM QUE A TESE SERIA A MORAL DO REFERIDO PROVÉRBIO, TIVEMOS MUITAS REVELAÇÕES ARTÍSTICAS NESSE MOMENTO, DOIS GRUPOS FIZERAM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E OS TEXTOS FICARAM BASTANTE CRIATIVOS, A CADA TEXTO APRESENTADO, FAZÍAMOS UMA REVISÃO DE QUE SUPORTE TERÍAMOS USADO, E QUE GÊNERO TEXTUAL ERA APRESENTADO NAS NOSSAS ARGUMENTAÇÕES, FOI UMA ATIVIDADE MUITO BOA E PRAZEROSA.

EM SEGUIDA DIVIDIMOS A TURMA EM GRUPOS PARA LER O TEXTO DA PÁGINA 38 DA TP 6, E RESPONDERAM AS QUESTÕES DE 01 A 04 E FOI TAMBÉM UMA ATIVIDADE  MUITO POSITIVA, UNS CONSIDERAVAM A ARGUMENTAÇÃO SEGURA, OUTROS DISCORDAVAM COM FIRMEZA, E NO FINAL FICOU-SE BEM ENTENDIDO QUE O PODER DA ARGUMENTAÇÃO É O QUE FAZ O DIFERENCIAL DE UM BOM TEXTO.

EM SEGUIDA FIZEMOS AS ORIENTAÇÕES PARA AS OFICINAS COM OS ALUNOS NAS ESCOLAS , REFORÇAMOS O PEDIDO DOS PORTIFÓLIOS NO PRÓXINO ENCONTRO E COMBINAMOS NOSSA CONFRATERNIZAÇÃO, VOLTAREMOS APÓS O DIA 04 DE DEZEMBRO COM O RELATÓRIO FINAL DO GESTAR II EM CEARÁ MIRIM , TURMA DO ESTADO.



Escrito por Virgínia Fernandes às 20h36
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ENCONTRO DO DIA 20 DE NOVEMBRO

NO DIA 20 DE NOVEMBRO REALIZAMOS MAIS UMA OFICINA DE 08 HORAS, SENDO 04 HORAS PARA CONCLUIRMOS A TP 2, E 04 HORAS PARA DARMOS INÍCIO AOS ESTUDOS DA NOSSA ÚLTIMA TP, A TP6. NESSE ENCONTRO EXECUTAMOS A PAUTA A SEGUIR:

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 20h15
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MINHA BIOGRAFIA

  Minha Biografia

 

            Sou Elça Virgínia Fernandes Gurgel, nascida  em 24 de Julho de 1971, filha de Guido Gurgel Pimenta e Maria Elça Fernandes Gurgel, a eles agradeço ser a pessoa determinada, organizada e batalhadora que sou.

            Cresci em um lar regido pelo diálogo e amor, tenho três irmãos, e um deles é especial, o que se tornou pra gente a alegria da casa.

            Tenso minha mãe professora e meu pai um amante da leitura,desde muito cedo aprendi a amar os livros e viajar pela leitura.

            Acho que por influência da minha mãe,desde pequenininha brincava de ser professora, fiz Ensino Médio Normal, e pelo estágio que executei, fui convidada pelo Instituto Nosa Senhora do perpétuo Socorro , na cidade  de Caraúbas RN, aos 17 anos, para fazer parte do quadro de professores daquela instituição de ensino. Aos 18 anos passei no concurso público da rede estadual do RN para professor polivalente e no ano seguinte entrei para a faculdade de Pedagogia pela UERN.  Iniciei no estado ensinando na Educação Infantil, depois tive experiência no Ensino Fundamental ,e a maior parte do meu trabalho foi no Ensino Médio. Minha pós graduação foi na área de Formação de Professor, depois dessa etapa,saí da sala de aula e passei a trabalhar como articuladora pedagógica em uma escola de Ensino Médio.

            Atualmente trabalho na 5ª Diretoria Regional de educação do Rio grande do Norte,, na função de coordenadora pedagógica,responsável por vários programas de formação de professores, entre eles atuo como formadora de Língua Portuguesa no Gestar II, um dos mais espetaculares programas de formação que já participei.



Escrito por Virgínia Fernandes às 20h01
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FOTOS DO NOSSO ENCONTRO

 

 EU E MANOEL AVELINO AGUARDANDO OS CURSISTAS REALIZAREM AS ATIVIDADES.

 

CURSISTAS TRABALHANDO DURANTE AS OFICINAS

     

 

                       

 

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 13h26
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PAUTA DESENVOLVIDA NA OFICINA DO DIA 12 DE NOVEMBRO



Escrito por Virgínia Fernandes às 12h50
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INICIAMOS OS ESTUDOS COM A TP 2

NO ÚLTIMO DIA 12 DE NOVEMBRO, REALIZAMOS MAIS UM ENCONTRO DE 8 HORAS, DESSA VEZ COM O ESTUDO DA TP 2, UNIDADES 05 E 06.

FIZEMOS A ACOLHIDA DA TURMA, VENDO O "POEMA SOCIAL" E ANALISANDO A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR EM EQUIPE. APÓS OS DEPOIMENTOS SOBRE O POEMA, OS CURSISTAS APRESENTARAM SEUS RELATÓRIOS , FRUTO DAS OFICINAS REALIZADAS EM SALA DE AULA COM O AAA 1, APESAR DE ALGUMAS DIFICULDADES , POIS AS ESCOLAS ESTAVAM CONCLUINDO O TERCEIRO BIMESTRE, A MAIORIA CONSEGUIU REALIZAR AS OFICINAS. OS DEPOIMENTOS SEMPRE SÃO EM TORNO DA SATISFAÇÃO DOS ALUNOS COM AS OFICINAS DO GESTAR, INICIAM COM UMA CERTA DIFICULDADE, MAS NO FINAL SEMPRE CONSEGUEM ÊXITO.

OS DEPOIMENTOS DOS PROFESSORES SÃO NOSSO INCENTIVO MAIOR, SENTIMOS CLARAMENTE QUE ONDE AS OFICINAS ESTÃO SENDO REALIZADAS O OLHAR DOS ALUNOS SOBRE A NOSSA LÍNGUA TEM SE TRANSFORMADO, E A REJEIÇÃO ESTAR DANDO LUGAR PARA A ANSIEDADE PELAS PRÓXIMAS OFICINAS.

APÓS A APRESENTAÇÃO DOS RELATÓRIOS , DEMOS UMA RETOMADA NA ORIENTAÇÃO PARA OS PROJETOS E POTFÓLIOS E MARCAMOS A DATA PARA O RECEBIMENTO, PRECISAMOS DESSE MATERIAL , PARA PREPARARMOS O SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO EM DEZEMBRO. A ESCOLA BARÃO DE CEARÁ MIRIM, JA APRESENTOU O SEU PROJETO , ESTAMOS BASTANTE CONFIANTE NO SUCESSO DO GESTAR II.

APRESENTAMOS A UNIDADE 05 -GRAMÁTICA -SEUS VÁRIOS SENTIDOS , E TIVEMOS UMA CONVERSA INICIAL MUITO BOA, POIS O OLHAR SOBRE ESSE TEMA , JA VEM A MUITO SENDO ANALISADO PELOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA. CADA UM TINHA UM DEPOIMENTO ,UM TESTEMUNHO PARA NOS FALAR, FOI MUITO LEGAL ESSE MOMENTO.

REALIZAMOS AS ATIVIDADES 1 E 2 DAS PÁGINAS 14, 15 E16 DA TP2, FIZEMOS EM DUPLA E DEPOIS A TURMA SOCIALIZOU SUAS CONCLUSÕES, A CADA GRUPO APRESENTADO ABRIAMOS PARA AS DISCUSSÕES, AS VEZES TINHA DIVERGENCIAS DE OPINIÕES , MAS APÓS O DEBATE CONSEGUIA-SE UM ACORDO NAS IDEIAS. E PODEMOS CONSIDERAR BASTANTE PRODUTIVO ESSE DEBATE.

PARA CONCLUIR ESSA UNIDADE FIZEMOS A LEITURA COMPARTILHADA DO TEXTO " QUESTÕES LIGADAS AO ENSINO DA GRAMÁTICA" PÁGINAS 36 E 37  AINDA DA TP 2, SEMPRE PARANDO A CADA PARÁGRAFO E DISCUTINDO BASTANTE SOBRE O TEMA. APÓS ESSE MOMENTO TIVEMOS UM INTERVALO PARA PODERMOS RECOMEÇAR COM AS OUTRAS 4 HORAS RESTANTE PARA A OFICINA, JÁ QUE NESSA ETAPA , COMO JA FALAMOS ESTAMOS TRABALHANDO EM OFICINAS DE 8 HORAS PELA QUESTÃO TEMPO.

RETORNAMOS APRESENTANDO A UNIDADE 06- A FRASE E SUA ORGANIZAÇÃO E LEMOS COMPARTILHADAMENTE OS QUADRE "RESUMINDO " DAS PÁGINAS 51 E 57 DA TP2, NOVAMENTE DEBATEMOS SOBRE O CONTEÚDO EXPOSTO, E SOBRE AS PRÁTICAS REALIZADAS ANTERIORMENTE COM O TEMA ESTUDADO, APÓS O DEBATE REALIZAMOS EM DUPLAS 3 ATIVIDADES, QUE FORAM ATIVIDADE 10,11 E 12 DAS PÁGINAS 61 A 63. POR SEREM ATIVIDADES QUE EXIGIAM UM DEBATE ENTRE AS DUPLAS DEMOROU UM CRTO TEMPO, E AS APRESENTAÇÕE STAMBÉM FORAM POLÊMICAS POR QUE TODOS QUERIAM REESCREVER AS FRASES DO SEU JEITO, MAS FOI MUITO DIVERTIDO E O MELHOR , PROVEITOSO, SENTIMOS QUE APRENDEMOS BASTANTE DURANTE ESSA OFICINA.

EM SEGUIDA ORIENTAMOS PARA AS OFICINAS QUE REALIZARÃO EM SALA DE AULAS COM SEUS ALUNOS E PEDIMOS QUE PARA A PRÓXIMA OFICINA TRAGAM AS TPs 2 E 6, POIS CONCLUIREMOS A 2 E INICIAREMOS A 6.

FIZEMOS NOSSO MOMENTO DE AVALIAÇÃO E ENCERRAMOS MARCANDO A PRÓXIMA OFICINA PARA O DIA 20 DE NOVEMBRO.

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 12h16
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TEXTOS ENTREGUES AOS CURSISTAS DURANTE OS ESTUDOS DA TP I

TP I-UNIDADE I- VARIANTES LINGUÍSTICO: DIALETOS E REGISTROS.

A língua não se apresenta uniforme e única: ela apresenta variações, conforme os grupos que a usem. Cada uma das variantes da língua usada por um grupo apresenta regularidades, recursos normais para aquele grupo, e chama-se dialeto.

                Os principais dialetos são: o etário (da criança, do jovem e do adulto); o geográfico, ou regional; o de gênero (feminino e masculino) ; o social (popular e culto); o profissional.Os dialetos são equivalentes do ponto de vista linguístico: nenhum é melhor do que outro. Cada um cumpre perfeitamente suas funções comunicativas, no âmbito em que é usado. Considerar um superior a outro é um preconceito sem fundamento.

                O idioleto é o conjunto de marcas pessoais da língua de cada indivíduo, como resultante do cruzamento dos vários dialetos (etário, regional, profissional, de gênero, social) que constituem a sua fala..

1- A língua é um sistema aberto, o que possibilita uma grande variedade de usos. Assim, ao lado de regras sistemáticas que todos os seus falantes devem seguir, aparecem as variantes da língua, que podem referir-se ao uso de um grupo, ou ao uso de cada locutor, no momento específico da interação.

2- Cada variante que marca o uso que determinado grupo faz da língua constitui um dialeto.

3- Os dialetos principais são definidos do ponto de vista geográfico, etário, sociocultural, de gênero e de profissão.

4- Os dialetos, como as línguas, preenchem as necessidades do grupo social que os usa, não havendo, portanto, um melhor do que outro.

5- Os dialetos não são compartimentos isolados: ao contrário, recebem influências uns dos outros.

6- O registro é a variante escolhida pelo sujeito em cada ato específico de comunicação, segundo o contexto.

7- Os registros são basicamente dois: o formal e o informal, segundo o distanciamento requerido pela situação. Entre os dois extremos, há muitas gradações.

8- Os registros podem apresentar-se tanto na forma oral como na forma escrita da língua.

9- Os registros põem por terra a distinção do certo/errado, passando a discussão para o campo do adequado/inadequado.

10- Essas considerações nos levam a rever nossa atuação como professores de Língua Portuguesa. Em sala de aula, é fundamental criar oportunidades para que os alunos trabalhem textos que exemplifiquem diversas situações de comunicação, em que dialetos e registros diferentes se apresentem para a sua reflexão e discussão e como ponto de partida para a produção de textos igualmente diversificados. Esse é, afinal, o objetivo maior do ensino da língua: desenvolver no sujeito a competência para a leitura e produção de textos.

ATIVIDADE- VARIANTES LINGUÍSTICO

Leia a carta do Alfredão e discuta o problema de comunicação que houve porque os interlocutores não partilhavam o mesmo código.Alfredão é um rapaz simpático, sociável e adora viajar. Numa de suas viagens ao interior, um inesperado acidente com o carro, obriga-o a ficar no mato. Por sorte, um fazendeiro socorreu-o, dando-lhe abrigo. Com o auxílio do fazendeiro, Alfredão pôde retornar à sua cidade. Já em casa, o moço felicíssimo pela ajuda que recebera, resolveu agradecer ao fazendeiro, através da seguinte carta:

Carta do Alfredão:

“Paz e amor, bicho...você me amarrou na sua cara legal, muito barra- limpa. Achei jóia sua, quando sacou que eu estava na pior, com minha máquina transando no meio do mato, dentro daquele breu. O envenenamento do meu carango sempre me deixa baratinado e você ligou bacana, levando-me para o seu habitat. No dia seguinte, com colher de chá que você me deu com o seu trator, consegui emplacar no asfalto e batalhar firme uma carona até conquistar a metrópole.

Como não pudemos transar melhor, espero você para vir moitar uns dias comigo em minha lona legal, onde poderemos curtir fino papo com a turma ou transar com as doidonas das motocas, com suas calças apertadas e blusas transparentes. Você poderá ir comigo para uma discoteca ou um inferninho e tenho certeza, adorará a onda do travoltismo.

       Curtiremos um som jóia ou sacaremos umas minas no asfalto, para um programa bem legal. Fique na minha, você vai gamar.


Do chapa, Alfredão

Resposta do Bertolino:

Senhor Alfredão

Não entendi bulhufas de sua carta, é muita confusa e estou muito aborrecido por você começar me chamando de bicho, quando fui seu amigo sem o conhecer. Além do mais, devo dizer-lhe que sou macho pra burro. Se quiser experimentar, volte aqui, seu cachorrão. Não amarrei você em coisa alguma, o que fiz foi tratá-lo como gente civilizada. Se você achou alguma jóia aqui, deveria ter entregue à dona da casa. O que você praticou é caso de roubo. Outra coisa errada a sua, não tirei você de nenhum breu. Isso aqui não existe. Acho que você está meio tantã. Também não lhe dei nenhuma colher de chá. Se por acaso você levou alguma coisa, que e pelo que eu senti, é costume em você, pode ficar com ela de recordação.

 Gostaria de saber quem foi o cretino que jogou veneno no seu carro, pois se foi algum empregado meu, vou mandá-lo embora. Aqui tem curtume e não vou sacrificar minhas aves para dar o papo você. Quanto a ir para o inferno com você, pode ir sozinho. Sou muito religioso, inferno é feito para gente igual a você. O tal de negócios de minas e jóias não serve para mim. Nunca tive gosto nem tempo para bancar o garimpeiro. Também não sou marinheiro e não entendo de ondas.

Olha, moço, eu aqui sou muito conhecido e respeitado por todos. Pelo Juiz, pelo Padre, por políticos e pelo povo. Nunca alguém me chamou de bicho ou por outro nome de animais. Vê se me respeita, moço.

Bertulino



Escrito por Virgínia Fernandes às 12h13
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TP I-UNIDADE II- VARIANTES LINGUÍSTICO: DESFAZENDO EQUÍVOCOS

1 – A norma culta não é melhor do que os outros dialetos: estes, tanto quanto a norma culta, cumprem perfeitamente sua função no ambiente em que são usados e com as pessoas desse ambiente.

2 – Aprender a norma culta é ter mais uma opção de uso da língua, importante em muitos momentos e ambientes. Quanto mais opções o sujeito tiver de uso da língua, mais ele vai poder atuar na sua comunidade e se desenvolver como cidadão.

3 – Ninguém deve ser discriminado por apresentar um  comportamento lingüístico diferente do outro.

A norma culta é um dos dialetos definidos por critérios socioculturais. Como para todas as línguas, a norma culta é escolhida como norma-padrão, que é usada nos documentos, sobretudo os oficiais, em grande parte da literatura, dos escritos e falas da imprensa. Sua maior característica é a correção pautada na gramática normativa. No entanto, não é melhor nem pior, mais bonita ou mais feia do que qualquer outra norma/dialeto. Por outro lado, não é obrigatoriamente o espaço da língua escrita ou da literatura.

                Deve, ser trabalhada na escola, como o dialeto que o aluno deve ir aos poucos dominando, por ser o mais adequado a certas situações de comunicação.

          1- A norma culta é um dos dialetos da língua. É o dialeto utilizado na absoluta maioria dos documentos oficiais e públicos de um país. Não é melhor nem pior do que os demais dialetos; por isso, seu uso não pode ser critério de discriminação ou valorização dos sujeitos. (Aliás, nenhum critério deve servir à discriminação).

          2- Como norma-padrão, a norma culta é ensinada na escola. Seu conhecimento e domínio ajudará o aluno a ampliar sua competência lingüística, permitindo-lhe um acesso mais fácil a muitos documentos e bens culturais.

          3- A literatura pode ou não utilizar a norma culta. Seu objetivo não é “ficar dentro das regras”, mas buscar qualquer dialeto ou registro que melhor consiga criar a linguagem do mundo criado por ela, com seus significados.

          4- As duas modalidades da língua – a oral e a escrita – são igualmente importantes e apresentam ambas as possibilidades de uso, tanto do registro formal quanto do informal.

          5- As duas modalidades devem ser trabalhadas na escola tanto do ponto de vista da locução quanto da interlocução. Assim, ouvir e falar, ler e escrever, devem ser atividades constantes na sala de aula.

          6- Como sempre, vale a pena salientar que as situações de interlocução são extremamente complexas e não temos muitos casos “puros” de dialetos, da mesma forma que os registros apresentam uma gama infinita de formalidade/informalidade e as modalidades oral e escrita não são campos fechados, sem interferência uma sobre a outra.

          7- Nas atividades de linguagem, é fundamental oferecer aos alunos exemplos diversos de bons textos, orais e escritos, produzidos com objetivos e em situações diferentes, literários e não literários, em registros e modalidades distintos, de modo a não estabelecer relações indevidas entre escrita, norma culta e registro formal e literatura, ou fala e informalidade. Para isso, os próprios textos produzidos pelos alunos podem ser ótimo material de discussão.



Escrito por Virgínia Fernandes às 12h08
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TP I-UNIDADE III – O TEXTO COMO CENTRO DAS EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA LÍNGUA.

Objetivos:

1 – conceituar texto ;

2 – indicar as razões do estudo prioritário de textos no ensino/aprendizagem de línguas;

3 – reconhecer os diferentes pactos de leitura dos textos.

TP I-UNIDADE IV – A INTERTEXTUALIDADE.

Objetivos:

1 – identificar os traços da intertextualidade em nossa interação cotidiana;

2 – identificar os vários tipos de intertextualidade;   

  3 – identificar os pontos de vista nas diversas interações humanas

Como realizar a intertextualidade

A competência em leitura e em produção textual não depende apenas do conhecimento do código lingüístico. Para ler e escrever com proficiência é imprescindível conhecer outros textos, estar imerso nas relações intertextuais, pois um texto é produto de outro texto, nasce de/em outros textos.

A essa relação (que pode ser explícita ou implícita) que se estabelece entre textos dá-se o nome de intertextualidade. Ela influencia decisivamente, como estamos afirmando, o processo de compreensão e de produção de textos.

 Quem lê deve identificar, reconhecer, entender a remissão a outras obras, textos ou trechos. As obras científicas, os ensaios, as monografias, as dissertações, as teses, por exemplo, remetem explicitamente a autores reconhecidos, que corroboram os pontos de vista defendidos. A compreensão de uma charge de jornal implica o conhecimento das notícias do dia. A leitura de um romance, conto ou crônica aponta para outras obras, muitas vezes de forma implícita

Nossa compreensão de um texto depende assim de nossas experiências de vida, de nossas vivências, de nosso conhecimento de mundo, de nossas leituras. Quanto mais amplo o cabedal de conhecimentos do leitor maior será sua competência para perceber que o texto dialoga com outros, por meio de referências, alusões ou citações, e mais ampla será sua compreensão.

As referências são muitas vezes facilmente perceptíveis, identificadas pelo leitor. Por exemplo, no anúncio publicitário sobre meias "Os fins justificam as meias", o leitor percebe de imediato a recriação da máxima "Os fins justificam os meios". Há, por outro lado, referências, alusões muito sutis, compartilhadas ou identificadas apenas por alguns leitores, que têm um universo cultural, um conhecimento de mundo muito amplo.

   CONHECIMENTO DE MUNDO E LEITURA

Genericamente, pode-se afirmar que uma leitura proveitosa pressupõe, além do conhecimento linguístico, um conjunto de informações exteriores ao texto, o que se costuma chamar de conhecimento de mundo.

Às vezes, quando um texto é ambíguo, é o conhecimento de mundo que o leitor tem dos fatos que lhe permite fazer uma interpretação adequada do que se lê. Assim, a  compreensão do texto depende também do conhecimento de mundo, o que nos leva à conclusão de que o aprendizado da leitura depende não só das aulas de Português, mas também de todas as outras matérias estudadas, e de todas as informações que chegam ao leitor.

INTERTEXTUALIDADE

 1-TEXTO

Unidade lingüística concreta(perceptível pela visão ou pela audição) que é tomada pelos usuários da língua (falante/escritor/ouvinte/leitor), em uma situação  de interação comunicativa específica, como uma unidade de sentido e como preenchendo uma função comunicativa reconhecível e reconhecida, independentemente de sua extensão

2- DISCURSO

Qualquer atividade produtora de efeitos de sentido entre interlocutores, portanto, qualquer atividade comunicativa, englobando os enunciados produzidos pelos interlocutores  e o processo de sua enunciação, que é regulado por uma exterioridade sócio- histórica e ideológica que determinam as regularidades lingüísticas e seu uso, sua função.

3- TEXTUALIDADE

É a condição de um texto. É o que faz um amontoado de frases ou palavras um texto.

É estabelecida pela coerência e não só pela coesão.

 4- INTERTEXTUALIDADE

   A intertextualidade é o diálogo de um texto com outros textos

Forma

Conteúdo

Tipologia

5-OCORRÊNCIAS:

1-ALUSÃO

2-CITAÇÃO

3-PARÓDIA

4-PARÁFRASE

5-APROPRIAÇÃO

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 12h04
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DETALHAMENTO DA PAUTA DO DIA 27 DE OUTUBRO

NO DIA 27 DE OUTUBRO REALIZAMOS A NOSSA SEGUNDA OFICINA DA SEGUNDA ETAPA DO GESTAR II, COM JA DITO NESSA ETAPA ESTAMOS TRABALHANDO AS OFICINAS EM 8 HORAS RESERVANDO UMA UNIDADE DE CADA TP PARA CADA TURNO, TEM SIDO PROVEITOSO E SENTIMOS QUE ESTAMOS ATINGINDO OS NOSSO OBJETIVOS.

ACOLHEMOS OS CURSISTAS COM O VÍDEO CONQUISTANDO O IMPOSSÍVEL, ONDE AS IMAGENS SÃO DO ESQUILO DA ERA DO GELO TENTANDO PEGAR A SUA SEMENTE FAVORITA, E NO DECORRER DO VÍDEO VÃO APARECENDO PALAVRAS COMO FORÇA, CORAGEM, OBJETIVO, OBSTÁCULOS , METAS , VITÓRIA. FIZEMOS UMA PEQUENA DISCUSSÃO EM TORNO DO VÍDEO FAZENDO UMA REFERÊNCIA A PROFISSÃO DE EDUCADOR, FOI UM MOMENTO DE ELEVAÇÃO DA AUTO ESTIMA, JÁ QUE ERA VÉSPARA DO DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO.

EM SEGUIDA OS CURSISTAS APRESENTARAM OS RELATÓRIOS DAS OFICINAS REALIZADAS EM SALA DE AULA COM SEUS ALUNOS, OS DEPOIMENTOS SÃO SEMPRE PARECIDOS,NO QUE SE REFERE AO EMPENHO DOS ALUNOS COM AS OFICINAS DO GESTAR II, APESAR DE ALGUMAS DIFICULDADES, SEMPRE SÃO BEM ACOLHIDAS, E DESPERTAM O INTERESSE , JÁ TEMOS DEPOIMENTOS DE PROFESSORES QUE SUGEREM REFORMULAÇÕES NOS LIVROS DIDÁTICOS INCLUINDO AS OFICINAS DO GESTAR NESSE MATERIAL.

APRESENTAMOS A UNIDADE 3 E REALIZAMOS A LEITURA DA PÁGINA 98 DE TP I " AFINAL O QUE É TEXTO?", E COM A LEITURA O DEBATE SE PRECISA OU NÃO DA ESCRITA PARA SE TER UM TEXTO, FOI UM DEBATE RICO, COM OPINIÕES DIVERSIFICADAS , MAS CONCLUIMOS QUE SE PODEMOS FAZER LEITURA DE IMAGENS , ALI TAMBÉM TEMOS UM TEXTO. EM SEGUIDA APRESENTAMOS OS SLIDES OFERECIDOS PELA PROFESSORA AYA RIBEIRO, (115 AO 122), FOI MUITO DIVERTIDO ENCONTRARMOS AS IMAGENS DENTRO DAS OUTRAS E O ENTUSIASMO DOS CURSISTAS PROCURANDO, FOI UMA MARAVILHOSA VOLTA A INFÂNCIA DE TODOS NÓS.

COMO NA OFICINA PASSADA MUITOS ALUNOS CONFUNDIRAM E NÃO LEVARAM A TP1 , E SIM A 6, RETOMAMOS A ATIVIDADE OS DIALETOS DO PORTUGUÊS, CONCLUINDO AS DISCUSSÕES DA OFICINA PASSADA SOBRE ESSE TEMA.

NA SEUNDA PARTE DA OFICINA INICIAMOS APRESENTANDO A UNIDADE 4, A INTERTEXTUALIDADE, TRABALHAMOS OS SLIDES PROPOSTOS PARA ESSA UNIDADE DISCUTINDO CADA PONTO. DISCUTINDO A NECESSIDADE DA CONTEXTUALIZAÇÃO PARA FAZERMOS A INTERTEXTUALIDADE E DA LEITURA DE MUNDO PARA ENTENDERMOS TAMBÉM ONDE ENCONTRAMOS UM EXEMPLO DE INTERTEXTUALIDADE, LEMOS TEXTOS DOS SLIDES FAZENDO O EXERCÍCIO DE ENCONTRARMOS EXEMPLOS , FOI UM MOMENTO TAMBÉM BASTANTE PROVEITOSO.

RELEMBRAMOS ALGUNS PONTOS DO PROJETO INTERDISCIPLINAR QUE ELES NOS APRESENTARÃO, E ESTABELECEMOS O DIA 20 DE NOVEMBRO PARA A ENTREGA. A GRANDE MAIORIA JÁ ENTREGOU OS SEUS MEMORIAIS DE LEITURAS, ORIENTAMOS AS OFICINAS COM OS ALUNOS DA AAA-1 UNIDADES 3 OU 4, JÁ QUE ESTAMOS COBRANDO APENAS UM RELATÓRIO, O TEMPO REALMENTE TEM SIDO NOSSO INIMIGO, MAS ESTAMOS CONSEGUINDO VENCER. REALIZAMOS NOSSA AVALIAÇÃO , ONDE TIVEMOS COMO PONTO POSITIVO A PONTUALIDADE DOS FORMADORES, A DINÂMICA DAS ATIVIDADES, O MATERIAL DO GESTAR II. NEGATIVO TIVEMOS A FALTA DE TEMPO PARA REALIZARMOS COM MAIS DETALHAES AS OFICINAS E ELES REALIZAREM MAIS ATIVIDADES COM OS ALUNOS, E O FATOR QUE ESTAR DIFICULTANDO MUITO É A FALTA DE AJUDA DE CUSTOS PARA OS CURSISTAS QUE VEM DE OUTRAS CIDADES.

NOS DESPEDIMOS E MARCAMOS NOSSO PRÓXIMO ENCONTRO PARA O DIA 12 DE NOVEMBRO. 



Escrito por Virgínia Fernandes às 11h47
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CONCLUIMOS A TP I

NO DIA 27 DE OUTUBRO DE 2009, CONCLUIMOS A TP1, SEGUINDO A MESMA METODOLOGIA ADOTADA DESDE A PRIMEIRA ETAPA DO GESTAR II, EU E AVELINO DECIDIMOS  POR NÃO TRABALHAR APENAS DUAS UNIDADES DE CADA TP, E SIM TRABALHARMOS AS QUATRO, DEU CERTO NO PRIMEIRO MOMENTO E OPTAMOS POR CONTINUAR SEGUINDO ESSE PLANEJAMENTO. EM VIRTUDE DO TEMPO SER MENOR NESSA SEGUNDA FASE,ESTAMOS REALIZANDO ENCONTROS DE 8 HORAS , E RESERVANDO UMA UNIDADE PARA CADA TURNO, ASSIM NO PRIMEIRO ENCONTRO TRABALHAMOS AS UNIDADES 1 E 2, E NO DIA 27/ 10, CONCLUIMOS COM AS UNIDADES 3 E 4,COMBINAMOS ESSA ESTRATÉGIA COM A TURMA, QUE ACHOU SER MELHOR DESSA FORMA, POIS APRESENTAMOS CADA UNIDADE, VEMOS SEUS OBJETIVOS, ALGUMA ATIVIDADE E ORIENTAMOS OS ESTUDOS A DISTÂNCIA PARA QUE TODAS AS SEÇÕES SEJAM ESTUDADAS, ESTAMOS NOS SENTINDO CONTEMPLADOS NOS NOSSOS OBJETIVOS E CONSIDERAMOS QUE O GESTAR II TEM DEIXADO SUA MARCA POSITIVA NAS ESCOLAS E NOS PROFISSIONAIS QUE CONOSCO ESTÃO TRABALHANDO.

NO DIA 27/10 TRABALHAMOS A SEGUINTE PAUTA:

 

                        Pauta do 2º Encontro do Gestar II––2ª Etapa-27/10/09


Caderno: L. Portuguesa TP 1 Unidades 03 e 04

      Organização: Elça Virgínia e Manoel Avelino
     

1º Momento - Acolhimento.

2º Momento - Receber e comentar os relatórios.

3º Momento-Apresentação da unidade III—O texto como centro das experiências no ensino da língua.

Leitura do texto “Afinal o que é texto?” pág. 98.

4º Momento- Apresentar slides 115 a 122- ( Leitura de imagens.)

5º Momento- retomar atividade do encontro anterior- seção 2 da unidade      I os dialetos do Português-      páginas 19, 20,21 e 22.

6º Momento-Apresentação da unidade IV- A intertextualidade

7º Momento - trabalhar slides do tema proposto

8º Momento- Atividade- Porque trabalhar com textos? Pag. 106 e 107.

     9º Momento- Orientações para a oficina com os alunos- AAA -1 unidades           03 ou 04.

    10º Momento-Avaliação

PRÓXIMO ENCONTRO DIA  12 DE NOVEMBRO- NÃO PERCAM

 

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 11h17
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variações linguísticas

PESSOAL, ACHEI ESSE TEXTO NAVEGANDO PELA INTERNET, E ACHEI QUE DEVERIA SOCIALIZAR COM TODOS VOCÊS, É UMA PÉROLA PARA A TP 1:

 

A decadentização da língua

João Ubaldo Ribeiro

Claro, todo mundo já ouviu dizer que línguas são como seres vivos, que mudam com o tempo e até morrem. É verdade e, se não fosse assim, alinda estaríamos falando latim. Nada, portanto, contra as mudanças na língua, contanto que sejam ditadas por uma razão mais ou menos respeitável, até mesmo pela famosa lei do menor esforço, quando não redunde em empobrecimento da capacidade de expressão. Mas acho que está havendo um certo exagero e, daqui a pouco, estaremos falando um dialeto primitivo de umas 300 palavras par pessoas cultas e umas 25 para a maioria.

Começa-se, é claro, com as chamadas “palavras-ônibus”. Servem para tudo e, em português, as mais comuns atualmente são “maravilha” e seus derivados, “super”, “parada” e “valeu”, que, com alguns acréscimos, podem constituir toda uma conversação.

- Eu super me dei bem naquela parada – diz o primeiro.

- Ah, aquilo sempre foi uma maravilha – responde o segundo.

- Ah, supervaleu! – despede-se o primeiro.

O “cujo”, coitado, restinho do genitivo que ainda sobrava por aqui, passou da categoria de pedante, entrou para a de pernóstico e, em breve, será arcaísmo. Ninguém mais diz “cujo”, só diz “que”. “A moça que eu vi o pai ontem” é o certo hoje em dia e quem disser “a moça cujo pai eu vi” corre o risco de não ser entendido. Sei que vai haver entre vocês quem não acredite e ou até compreende, embora esteja contatando a verdade. Outro dia eu disse um “cujo” numa entrevista e a entrevistadora me deu a impressão de que só entendeu depois de pensar em alguns laboriosos segundos.

Há também um movimento que cada vez aumenta mais, para abolir a preposição “a” no uso corrente. Ou seja, prestando atenção, você vai ouvir na televisão alguém dizendo “daqui dois dias” ou, bem pior, “igual eu” . Em compensação “neste ano” “nesta semana” por exemplo, que nunca foram correntes para dizer, “este ano” ou “esta semana” , agora são a única maneira certa de falar. “Neste ano, tu vai fazer igual eu, procurar uma parada diferente no carnaval, não é?

Os verbos vêm sofrendo bastante também. Por exemplo, poucos entre nós, tem visto alguma coisa recentemente. A maior parte de nós hoje visualiza, principalmente quando enxerga. Ver a gente volta e meia ainda vê, mas ninguém enxerga mais, só visualiza. Até a sinal a gente não prestas mais atenção, a gente nota a sinalização. Ninguém chama a atenção para nada, sinaliza e nós vemos a sinalização, não o sinal. O verbo “pegar”, não sei bem por quê ( tem acento aí nessa quê, garanto a vocês – de vez em quando me comem um circunflexo), virou abundante e o certo, que era errado, é cada vez mais “pego” e outro dia um motorista de táxi se embasbacou porque eu sou da Academia e disse “pegado” a ele. E novamente garanto que não estou mentindo: já ouvi “eu tinha falo”, em vez de “falado”, o que talvez não cole porque fica chato tanto para homem quanto para mulher dizer isso, considerando que “falo” é substantivo e tem muito pouco a ver com a fala.

Os timbres também são amalucados. A droga “ecstasy” é para ser pronunciada com “e” aberto, pelo menos enquanto não for naturalizada, mas aqui virou uma maneira exótica de pronunciar “êxtase”. Isso, aliás, é comum, na incorporação de palavras dce nossa língua-mãe, ou seja, o inglês. Quando o “volley” (“vóli”, às vezes quase “válhi”) se naturalizou, virou “vôlei”. Até aí, tudo bem, naturalização é naturalização, mas por que “doping”, além de receber frequentemente dois pp, é “dópingue”? (Aliás, isto me traz à cabeça algo que tem pouco a ver com o que escrevo agora: por que a gente se irrita tanto quando inglês ou americano escreve Brasil com z? Em inglês é com z, assim como América aqui é com acento, França é com cedilha e “a” no fim e Alemanha é bastante diferente de Deutschland. Deve ser nosso combativo nacionalismo de araque). Outra mudança de timbre que me chateia é a de “obsoleto”. Não é conhecimento secrêto que o corrêto – e não é preciso ser discrêto quanto a isso – é “obsoleto”, mas escuto gritos de “olha o baiano” sempre que pronuncio certo. Tenho vontade de acertar um “dirêto” no cara.

“Loira”, que era variante, agora está ficando padrão. Ninguém, que eu tenha escutado, diz que um sujeito é “loiro” e eu acho que até pega mal em certas mesas de boteco, mas só se escreve “loira” agora. Outras palavras não estão tendo formas destronadas, estão sendo expulsas da língua, como os bons e velhos verbos “pôr” e “botar”. Acho que até em Itaparica galinha já está colocando ovo, em vez de botar. Colocando, imaginou eu, é mais elegante. Da mesma forma, “penalizar”, um verbo antes tão expressivo, botou para fora “punir” (não sem uma certa relação com o que acontece na sociedade) e “prejudicar”. Ninguém prejudica mais, só penaliza, que tem a vantagem adicional de terminar em “izar”.

A linguagem informática também traz suas pesadas contribuições. Por que diabo “salvar”, que não quer dizer nem “guardar”, nem “gravar” nem nenhum sinônimo destes, é usado, quando temos palavras perfeitamente adequadas? Por que “malévolo”, “mal-intencionado” ou “maldoso” é “malicioso”? Por que “corporate”, até fora da linguagem informática, é “corporativo”? Por que um determinado sistema não “suporta” outro, como se  detestassem?

Finalmente, adeus para “existir” e “haver”. Agora só se diz “você tem”. “Você tem uma área chamada Amazônia. Muito bem, que é que você tem lá? Você tem uma floresta que precisa ser preservada. E aí você tem que caminhos?”. Eu não sei, só sei que nós tínhamos uma língua própria antigamente.

(Publicado originalmente em O Estado de São Paulo, 22.04.2007, página D3)

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 18h58
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PAUTA TRABALHADA NO DIA 14 DE OUTUBRO

       

                             

                      

Pauta do 1º Encontro do Gestar II––2ª Etapa- 14/10/09

Caderno: L. Portuguesa TP 1 Unidades 01 e 02

 Organização: Elça Virgínia e Manoel Avelino

1º Momento - Acolhimento.

2º Momento - Receber e comentar os relatórios.

      3º Momento – Breve relato da semana de formação em Natal

 

4º Momento-Apresentação da unidade I—Variantes Linguísticas: dialetos e registros.

5º Momento- Atividade:Ler as cartas de Alfredão e Bertolino  e analisar porque os dois não conseguiram se entender.

      6º Momento-Atividade  seção 2 da unidade 1- os dialetos do Português-   páginas 19, 20,21 e 22.

7º Momento-Apresentação da unidade II- Variantes Linguísticas: desfazendo equívocos

8º Momento-Atividade- Ler o texto “um passeio pelas gírias através dos tempos”- dividir a turma em grupos onde cada grupo reescreverá o texto passando para a linguagem formal.

     9º Momento- Orientações para a oficina com os alunos- AAA -1 unidades 01ou 02.

     10º Momento-Avaliação


                                     PRÓXIMO ENCONTRO DIA 27 DE OUTUBRO- NÃO PERCAM

 

 

 



Escrito por Virgínia Fernandes às 10h10
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